"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



terça-feira, 4 de outubro de 2016

* Princesa Renata da França

Renata de França

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Renata de França
Duquesa de Chartres
Condessa de Gisors
Senhora de Montargis
Desenho de Renata, "Madame de Ferrara", por Jean Clouet
Duquesa de Ferrara, Módena e Régio
Reinado31 de outubro de 1534 — 3 de outubro de 1559
Antecessor(a)Lucrécia Bórgia
Sucessor(a)Lucrécia de Médici
 
CônjugeHércules II d'Este
DescendênciaAna
Afonso II
Lucrécia
Leonor
Luís
CasaValois-Orleães
Este
Nascimento25 de outubro de 1510
Castelo de BloisFrança
Morte12 de junho de 1575 (64 anos)
Castelo de MontargisFrança
SepultamentoCastelo de MontargisFrança
PaiLuís XII de França
MãeAna, Duquesa da Bretanha

Renata de França (em francêsRenée de FranceCastelo de Blois25 de outubro de 1510 — Castelo de Montargis12 de junho de 1575), foi uma filha da França como filha de Luís XII de França e de Ana, Duquesa da Bretanha.

Biografia

Era irmã de Cláudia de França, esposa do rei Francisco I.
Foi condessa e depois duquesa de Chartres, condessa de Gisors, e senhora de Montargis. Ficou noiva em março de 1515 de Carlos de Áustria, o futuro imperador Carlos V, e de Henrique VIII de Inglaterra.
Em 28 de junho de 1528, casou-se com Hércules II d'Este, duque de Ferrara e de Módenaem 1534.
Ao lado do marido, tinha das cortes mais brilhantes da Renascença. Foi discípula de Lefèvre d’Etaples, e graças a sua tia Margarida de Angoulême, rainha da Navarra, que havia frequentado em França, recebia em Ferrara nobres e escritores, que a inclinaram para a Reforma protestante: sua governante, Michèle de Soubise, tentou traduzir os salmos em francês; Clément Marot, que celebrou seu casamento e se torna seu secretário, depois do assunto conhecido como affaire des Placards (no verão de 1535) e até mesmo Calvino, que em março de 1536 visitou sua corte e pregou diante dela.
Temendo a intervenção do papa, o marido expulsou de Ferrara Michèle e Valcino, e em 1550 os demais protestantes. Além disso, apelou a seu sobrinho, Henrique II, que lhe enviou o chefe da Inquisição na França, Ory. O qual, em 1554 obteve a condenação e a detenção da duquesam, que renunciou a receber os sacramentos da Igreja. Seus amigos foram expulsos em 1554. Liberada pouco depois, Renata reatou com os heréticos e se correspondia com Calvino. Morto o Duque de Ferrara em 1559, ao qual tinha jurado renunciar à heresia, voltou para a França, para escapar da hostilidade do filho, Afonso II d'Este, em 1560. Retirada em Montargis, liberada por Calvino do juramento, apoiou o partido protestante nas guerras de Religião.

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Você deseja honrar o corpo de Cristo? Não o ignore quando ele está nu. Não o homenageie no templo vestido com seda quando o negligencia do lado de fora, onde ele está malvestido e passando frio. Ele que disse "Este é o meu corpo" é o mesmo que diz "Tu me vistes faminto e não me destes comida" e «quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes» (Mateus 25:40)... Que importa se a mesa eucarística está lotada de cálices de ouro quando seu irmão está morrendo de fome? Comeces satisfazendo a fome dele e, depois, com o que sobrar, poderás adornar também o altar.

João Crisóstomo, Comentário sobre Mateus

♛ Uma das características mais recorrentes das homilias de João Crisóstomo (347-407) é sua ênfase no cuidado com os necessitados. Ecoando temas do Evangelho de Mateus, ele exorta os ricos a abandonarem o materialismo para ajudar os pobres, empregando todas as suas habilidades retóricas para envergonhar os ricos e obrigá-los a abandonar o consumismo mais conspícuo:


“Honras de tal forma teus excrementos a ponto de recebê-los em vasilhas de prata quando outro homem criado à imagem de Deus está morrendo de frio?”


— João Crisóstomo