terça-feira, 26 de agosto de 2014

Acervo da Teologia

* Ted Kluck / Biografia & Artigos

Ted Kluck 



Ted Kluck tem uma relação muito próxima com o esporte, como jogador de futebol de salão profissional e treinador de um time escolar, além de escrever artigos para revistas especializadas. Serviu como missionário e foi professor universitário. É autor de vários livros sobre temas diversos, que vão de esportes à Igreja atual, e coleciona alguns prêmios. A obra que escreveu em parceria com Kevin DeYoung, Por que amamos a igreja, foi escolhida como o livro do ano pela organização Christianity Today. Ele vive em Grand Ledge, Michigan com sua esposa Kristin e os filhos Tristan and Maxim.




Um púlpito, um microfone e um pastor. Combinação que pode resultar em uma grande pregação ou num grande espetáculo. Colocado em altos pedestais, acima de suas ovelhas e, em alguns casos, adorado como o próprio Deus, o sacerdote pode perder o foco de sua verdadeira missão, ministério e vocação - levando a própria igreja para um abismo repleto de beijos, sorrisos, roupa da moda, afagos e pouca base teológica. Vivemos um tempo em que pastores e lideranças, em busca de programações atraentes, têm envolvido seus membros em um ativismo desgastante e uma espiritualidade rasa. Desta forma, perdem o foco da propagação do evangelho, enquanto investem tempo e dinheiro para lotar os bancos de suas congregações. O resultado disso é uma geração de cristãos aparentemente felizes, mas pouco familiarizados com os fundamentos bíblicos. Kevin De Young e Ted Kluck sabem o quanto a Igreja tem padecido por essa postura, mas estão certos de que ainda é possível resistir à igreja emergente, moderna e "antenada" e resgatar a essência do cristianismo, sem tornar a igreja uma instituição antiquada e engessada. Voltar às origens e resgatar o que foi perdido não é um retrocesso, mas sim um passo rumo ao futuro.




É possível um cristianismo sem igreja? Para vários movimentos evangélicos a resposta é "sim". Muitos entendem que não há espaço no mundo atual para essa organização milenar chamada igreja. E apontam que é a espiritualidade que deve ser nutrida e valorizada. Quanto menos regras e hierarquia melhor. Há outros para os quais a resposta é "não". Dentre esses, estão Kevin DeYoung  e Ted Kluck, que continuam creditando à igreja o espaço ideal para o povo de Deus ter a experiência comunitária, louvar, adorar e nutrir-se da Palavra. No momento em que a Igreja, em sua variedade de modelos, está no centro dos debates, os autores apresentam razões e motivações que comprovam quão distante está essa instituição de ter a falência decretada. Eles amam a igreja... 

... Amo minha igreja porque sei que por ela sou amado e aceito apesar dos meus defeitos. Lisanias Moura - Pastor da Igreja Batista do Morumbi 

... Eu amo a igreja porque Jesus Cristo ama a igreja, da qual Ele é a cabeça e noivo. Ele deu sua vida por amor a ela. Quem ama a Cristo não pode deixar de amar a igreja. Dr. Russell Shedd  

... Eu amo a igreja porque ela é o corpo vivo de Cristo na Terra. É ela que, neste mundo, entrega o amor de Deus à comunidade e, naturalmente, como todo organismo vivo está sujeito a enfermidades, todavia continua sendo a única instituição, juntamente com a família, a prevalecer, diante de reinos, sistemas, partidos, culturas e instituições deste mundo, a mais de 2000 anos. Cristo sim, igreja sim!" Carlito Paes - Pastor Sênior da PIB em São José dos Campos - SP. 

... Eu amo a igreja porque ela é o canal que o Espírito Santo usa para comunicar a cada indivíduo, família, cidades e nações a fé, a esperança, o amor e a vida, que está em Jesus Cristo. Pr. Jeremias Pereira - 8ª. Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte 

... Eu amo a igreja, primeiro porque Cristo a amou. Em segundo porque, quando olho do púlpito e enxergo as tantas vidas e famílias transformadas pela ação da igreja, chego a me emocionar com facilidade. Em terceiro, porque não consigo imaginar o mundo sem a presença da igreja. Quando imagino isso, enxergo um mundo triste pela ausência de Deus, pobre pela presença do Ser humano apenas e sem perspectiva de futuro, pois a eternidade não existiria para ele. Miguel Uchoa - Paróquia Anglicana Espírito Santo (PAES) 

... Eu amo a igreja porque é a única alternativa comunitária de Deus para um mundo adoecido. Rev. Alexandre Ximenes - Catedral da Trindade 

... Eu amo a igreja porque Ela é esperança para o mundo. Pr. Vagner Vaelatti - Igreja Batista Boas Novas 

... Eu amo a igreja porque, através dela, desde a minha infância, fui apresentado ao amor e soberania de Cristo. Muitos homens e mulheres foram usados por Deus para nutrirem meu coração com a Palavra de fé, ensinando-me os caminhos da oração e da comunhão com o Senhor. Ela também despertou em mim a sensibilidade às necessidades do outro, fazendo-me viver conectado na realidade que dependemos uns dos outros e todos do Senhor, refinando em meu interior a busca de uma vida coerente com o evangelho de Cristo. Sei que é composta por pessoas imperfeitas e falíveis, mas, assim como uma família, é o ambiente projetado por Deus para revelação de sua graça e misericórdia. Rodolfo Montosa - Pastor Igreja Presbiteriana de Londrina 

... Amar a igreja é concretizar o amor que sinto pelo Senhor Jesus! Foi isto o que o nosso Senhor tentou ensinar a Pedro, quando perguntou: Tu me amas? E afirmou: Apascente os meus cordeirinhos. Amar a Igreja é amar pessoas, aprender com elas e ser parte de uma família maior e mais intensa em relacionamentos do que as nossas relações consanguíneas de parecer exagero, mas é uma verdade que vai além da nossa comunidade local e que pude constatar quando fugia de uma insurreição religiosa em Bangladesh. Por onde houvesse um cristão, expressão viva da Igreja de Cristo, encontrei abrigo, casa, comida e um irmão. Amar a Igreja é amar e honrar a minha fé, é alegrar-me na minha identidade de cristão e na minha missão de servo do Senhor Jesus. O que Jesus, o fundador da sua Igreja, queria que entendêssemos é que é impossível amá-lo sem amar o seu povo e a sua Igreja. Por isso, eu quero declarar o meu amor pelo meu salvador vivendo o amor pela minha igreja, ou melhor, pela igreja dele, que não deixa de ser a nossa igreja, minha e de todos que o amam e que desejam amar o seu povo, família de Deus nesta terra. Paschoal Piragini - Pastor da PIB de Curitiba



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