sábado, 10 de agosto de 2013

Portal Teologia & Missões

*Porque Sofremos?

                       PORQUE SOFREMOS!

 O sofrimento não é a falta de amor da parte de Deus, mas do pecado humano – O sofrimento é filho do pecado. Se não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. O sofrimento é a consequência inevitável do pecado.

  Através do sofrimento e da dor, podemos sentir e saber que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas consequências, com certeza mais cedo ou mais tarde virá.

  De acordo com Hernandes Dias Lopes sobre os sofrimentos ele diz que; O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro. Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne consumida pela doença.

  Muitas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cera de acordo com o Pr. Hernandes que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento e as dificuldades do dia a dia deve nos ensinar em vez de nos destruir
(Sl 119.71).

    Deixo bem claro neste artigo que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo, pois muitas vezes escutei pessoas me dizendo que se estava acontecendo comigo, é porque tinha um pecado por trás disso, que absurdo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e o mais importante é que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações, pois enquanto estou nessa terra, servindo de modo digno o Evangelho de Cristo, não me vejo livre delas, com certeza, Deus traz honra e glória para os seus filhos e muitas vitórias, mas padeceremos de acordo com a Bíblia por amor a Cristo.

   Podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Co 4.17).

  Eu entendo o sofrimento e as tribulações que muitas vezes me sobrevêm, como uma confirmação dos propósitos de Deus pra minha vida, um chamado de Deus na minha vida. Muitas vezes no passado me revoltei com Deus por algumas tragédias estar acontecendo no seio da minha família, pois eu não “O” conhecia como eu o conheço hoje, não entendia porque Deus estava fazendo isso comigo, tirando uma parte importante de mim que eu amava muito, isso não obtendo resultado algum das minhas revoltas e rebeliões contra Deus e o mundo.

   A Palavra de Deus é cura para nossa alma e espírito, e quando passamos a entender isso, a soberania de Deus revelada na Bíblia e através da oração que é um relacionamento íntimo com Deus, compreendemos alguns dos propósitos de Deus para nossas vidas, o porquê de muitas coisas acontecerem sem ser do nosso agrado e desejo ou vontade. Entendo hoje que se muitas coisas não tivesse acontecido, a minha vida não seria a que Deus me levou a ter exatamente nesse momento, uma vida transformada, curada, restaurada pelo poder de Deus, pela misericórdia e providência de Deus. Deus no controle de nossas vidas 24 horas.  

 Muitos crentes e igrejas do mundo estão desesperados em prosperar, e o mais importante que eles deveriam estar pedindo para Deus eles não pedem, que é o dom de discernimento, tanto para compreendermos a direção de Deus nas nossas vidas, tanto para entender e compreender a verdadeira prosperidade da Palavra e o motivo porque sofremos e vivemos.

  “Se Deus realmente nos ama, por que permite que o sofrimento exista no mundo? Por que permite que homens, mulheres e crianças sofram tantas dores e angústias? Por que não põe fim a tudo isso, se Ele nos ama?”. São interrogações legítimas que precisam de resposta. Ele é um Deus de amor e compaixão, então devemos procurar saber, mesmo dentro de nossa limitação, as razões de Ele agir como age.  Deus nos deu a possibilidade de escolha. Deu-nos a liberdade de amá-Lo ou não; de seguir o caminho do bem, ou do mal. Sem liberdade de escolha, não poderíamos experimentar a alegria de amá-Lo como nosso Criador, ou de amar a nossos semelhantes, pois, amor imposto pela força não é amor. Como seres morais livres, temos a liberdade de escolher o rumo de nossa vida e nosso destino último.

    De acordo com uma pesquisa que não me lembro do site que retirei da internet alguns trechos, e não deixa de ter razão esse irmão que:  Deus não nos fez “robôs” programados para servi-Lo ou amá-Lo mecanicamente, por obrigação ou por instinto cego. E por ter-nos criado livres, ficou o risco da rebelião. E foi isso o que aconteceu. O homem rebelou-se contra Deus, seguindo o caminho da desobediência e do mal. É a isso que a Palavra de Deus descreve como a entrada do pecado no mundo. 

 E a consequência foi o sofrimento, a dor, a maldade humana, o egoísmo, a violência, a morte e todo tipo de miséria que aflige a humanidade. E então? Por causa da rebelião e da queda por parte dos homens, Deus teria abandonado este mundo à sua própria sorte? De maneira nenhuma. Mesmo continuando a manter o princípio da liberdade e do livre arbítrio, Deus elaborou um plano de redenção, dando aos homens nova oportunidade de vida e de eternidade. Nada menos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo, em forma humana, viveu entre os homens, ensinou as boas novas da salvação e morreu em nosso lugar para que tivéssemos novamente esperança, mesmo em meio a este mundo conturbado e mau. Isto é o Evangelho, e por ele sofremos grandes afrontas e perseguições.

  O tempo de Deus não é igual ao nosso, a nossa lógica não é a lógica de Deus. Deus está realizando Seu plano de redenção de acordo com Sua infinita sabedoria, às vezes incompreensível a nós seres humanos. A Palavra nos diz: “Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os Meus caminhos, diz o Senhor” (Isaías 55:11).
 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (S. João 3:16).
   “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades  o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).

  “Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. E todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente” (S. João 11:25 e 26).
   Tudo então é permitido nesse mundo e em nossas vidas porque simplesmente Ele é amor e bom, e está no controle de todas as coisas nesse mundo e fora dele. Busque a entender as circunstâncias que nos cercam estudando as Escrituras Sagradas e através da oração. Elas têm a resposta para as nossas mais profundas inquietações.


APOSTILA DO A.T / SEMINÁRIO TEOLOGICO BATISTA CENTRAL – EXTENSÃO ANÁPOLIS

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