quinta-feira, 9 de abril de 2009

Acervo da Teologia

* Escola Bíblica Dominical - Artigos


10 RAZÕES PARA FREQUENTAR A ESCOLA BÍBLICA

* Alimento espiritual genuíno e sadio que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus.

* Crescimento e desenvolvimento pessoal através do estudo da Palavra de Deus.


* Cumprimento dos objetivos da Igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Bíblica são os mesmos da Igreja.


* Aquisição de qualidade bíblica e espiritual permanente.


* Desempenho melhor das atividades da Obra de Deus pela aquisição de uma fé mais robusta e madura.


* Desenvolvimento da espiritualidade e caráter cristão.


* Aprendizado sobre evangelização e amor e cooperação com a obra missionária.


* Oportunidade ilimitada para servir ao Senhor, pois a Escola Bíblica é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.


* Fortalecimento do relacionamento entre pais e filhos, reunindo a família, pois as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.


* Fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.


Flávia Rossane


  Família e a Escola Bíblica Dominical

A Família e a Escola Bíblica Dominical

Escrito por: Margarida Barros

Deuteronómio 6:1-25.

A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a à vida pessoal e adequando a Palavra de Deus a cada idade. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.

Os filhos precisam de alimento espiritual. Têm de ser ensinados nos caminhos do Senhor e instruídos no carácter de Deus. Precisam de aprender que toda a vida deve estar centrada em Deus. Os pais têm um papel importantíssimo no acompanhamento da vida espiritual dos filhos. Faz parte da responsabilidade dos pais:

1º - Dar o exemplo

O exemplo é um bom meio de comunicação. Quando os pais descuram a igreja e o ensino bíblico, estão a comunicar que não tem grande importância.
Não “peça desculpa” por ser cristão. Não dê a entender que ir à igreja que é um dever para si.. Não mostre o Cristianismo como uma opção, e ainda por cima de pouco interesse, mas algo fundamental para a vida. Não falte. Participe. Estude. Envolva-se.


2ª - Ajudar os filhos

A participação activa dos pais é fundamental, ajudando-os a estudarem a lição, a memorizarem os versículos, a participarem nos concursos, a serem obedientes e a respeitarem os professores e o tempo da EBD como uma coisa importante para a vida deles.

3º - Acompanhar

Pergunte o que é que os seus filhos estudaram, o que é que aprenderam, o que é que gostaram mais… responda a perguntas. Ajude-os, durante a semana, nas leituras da Bíblia, no estudo da lição, na aprendizagem dos versículos e nas tarefas de aplicação bíblica. Ensine os seus filhos a orarem pelo professor da Escola Dominical e a ter amor pela igreja.

4º Valorizar a EBD

Considere a Escola Bíblica Dominical como uma ESCOLA importante para o desenvolvimento espiritual e moral dos seus filhos.. Transmita esse espírito positivo e de valor aos filhos, com entusiasmo e alegria. Assim como transmite a importância do bom empenhamento nos estudos escolares dos seus filhos, do mesmo modo deve valorizar o seu desenvolvimento espiritual e zelo pela aprendizagem dos princípios bíblicos.

5º Não faltar

Por sua culpa, as crianças é que ficam a perder. Não acompanham, não sabem, não ganham prémios, não se habituam ao ambiente, não se introduzem no grupo e por isso não fazem amigos na igreja. Não conhecem a Bíblia, não sabem nada sobre a vontade de Deus para as suas vidas, não têm referências morais e espirituais. Desmotivam-se e depois não querem ir ou participar. Vá com os seus filhos à Escola Bíblica Dominical regularmente.

6º Não chegar tarde

Deus é muito mais importante do que mais meia hora na cama. Habitue-se a chegar a horas, por respeito a Deus e aos seus irmãos em Cristo. Leve o seu filho a horas. De outra maneira, perturba as classes e as crianças perdem o seguimento e o ambiente descontraído das actividades iniciais que normalmente têm como alvo despertar o interesse.

7º Ter atenção e cuidado

O cuidado e a atenção dos pais na preparação para o Domingo é muito importante. Preocupe-se em ajudar a criança a levar a Bíblia, a revista, a oferta e a ter tudo cuidado. O ideal será arranjar ao seu filho uma pasta própria para a EBD tal como tem uma para a escola, onde pode colocar todos os materiais preparados para levar à igreja.










DEFINIÇÃO: ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Por. Flávia Rossane M. Superintendente da E.B.D 

Desde sua fundação nos tempos modernos em 1780 a Escola Dominical passou por diversos períodos. E hoje, infelizmente muitas de nossas Escolas não cumprem seus objetivos e perderam aquele sentimento inicial.
"As Igrejas em geral têm que valorizar a Escola Dominical se quiserem produzir crentes mais saudáveis e firmes na fé".

Se pegarmos nossas Bíblias e procurarmos a referência de Mateus 28:19 e 20, veremos que a ordem de Jesus era para fazer discípulos e ensiná-los. Assim sendo, a Igreja tem que ser uma entidade educadora, pois o próprio Cristianismo depende do ensino para sua propagação e consolidação. O conhecimento da verdade é necessário, porém, não somente antes da pessoa aceitar a Cristo pela fé, mas, também, depois de sua experiência de salvação, para que se complete nela a obra transformadora do Evangelho, de modo que ela possa guardar todas as coisas que Jesus ordenou.

O ensino foi norma na Igreja Primitiva. Todos os que iam sendo acrescentados à igreja "perseveravam na doutrina dos apóstolos" (At 2:42) até que estivessem bem firmes na fé e na vida cristã. O Apóstolo Paulo exorta os cristãos a andarem arraigados e sobre-edificados em Cristo e confirmados na fé, assim como eles tinham sido ensinados (Cl 2:7).


Precisamos entender que a missão da Igreja envolve ensino verdadeiro, bíblico e sadio. Pois o que vejo hoje é muitos Ministérios dizendo que a E.B.D é um sistema falido, e portanto não é difícil de se ver muitos crentes interpretando a Bíblia da maneira que eles acham melhor, ou sem nenhuma base bíblica, crentes doentes espirituais, pois se não há uma base boa bíblica e ensino, as pessoas ficam enfermas e a Igreja também.


Se nós como Igreja negligenciarmos essa missão, estaremos fadados ao fracasso. Teremos crentes fracos e passíveis de caírem em erros tão comuns no mundo moderno. A Escola Dominical é a principal agência de ensino da Igreja. Ela deve ser considerada de suma importância e muito necessária para o ensino do novo convertido, das crianças, dos adolescentes e dos crentes em geral.


A EBD não pode ser apenas um culto a mais na Igreja. Ela tem objetivo específicos que precisam ser alcançados; alvos definidos pelos quais devemos lutar para que sejam atigidos. Vejamos quais são estes objetivos.


1- Ganhar vidas para Jesus.
2- Desenvolver a Espiritualidade dos alunos e o Caráter Cristão.
3- Treinar o Cristão para o serviço do Mestre.

Conclusão

Muitas EBDs não prosperam e não crescem porque os crentes não querem trabalhar para isso. Quando trabalham querem ser elogiados e se possível "medalhados" pelo trabalho prestado. Contudo nenhum trabalho na obra do Senhor deve ser feito buscando reconhecimento humano e terreno, pois o nosso Deus que tudo vê saberá nos recompensar.

Que Deus te abençoe. Participem da Escola Bíblica dominical





A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” Oséias 6 :3.

Segundo o Pr. Jorge Linhares uma igreja forte é aquela que tem uma escola bíblica forte, e preocupado com isto, ele mobilizou os coordenadores da Escola Bíblica - Pr. José Carlos e sua esposa Kátia Frade, Pr. Alysson Aragão e sua esposa, Pra Cristiane, para iniciarem um novo projeto que mobilizasse e conscientizassem as pessoas a respeito da importância da Escola Bíblica.

Mediante esta preocupação surgiu o “Projeto família Getsemani”, que se iniciou no dia 15 de Agosto de 2004.

Para se chegar a este projeto alguns pontos tiveram de ser levantados como:

1. O que tira os alunos da sala?

2. O que desmotiva os alunos?

3. O que desmotiva os professores para se prepararem melhor?

4. O que leva à baixa frequência a sala de aula?

5. Qual o conceito da Escola Bíblica?
Buscando respostas a estas perguntas alcançamos dados que vieram aprimorar o nosso projeto. Criamos um marca para fazer conhecida a Escola Bíblica e distribuímos pequenos adesivos desta marca na igreja para que os pastores pregassem no terno no domingo pela manhã. Isto sem dúvida fez a Escola Bíblica tornar-se conhecida.


Entendemos que para sermos de fato uma Escola Bíblica que busca a excelência, temos que ter compromisso com:

Conteúdo: uma escola forte tem conteúdo que atendam seus alunos e os despertam para descobrir coisas novas, mexendo com as pessoas e aguçando a curiosidade das mesmas quanto a Deus e seus feitos.

Comunicação: a comunicação é a base para qualquer mensagem, sem ela não se ensina nada. Pois a comunicação nada mais é que passar uma mensagem. Sem uma boa comunicação a mensagem não é entendida e o esforço da aula se torna inútil.

Continuidade: é muito fácil começar um projeto, difícil e manter este projeto. Quantos irmãos não tem mais credibilidade em certos projetos por começarem como um furacão. A Escola Bíblica tem que ser uma constante brisa, que refrigera o conhecimento dos irmãos.

Com todos os dados e a Escola Bíblica bem divulgada, dividimos o projeto em três passos .

1º Passo – Selecionar professores que realmente estejam compromissados com o ensino, com os alunos e principalmente com Deus.Entendemos que para estar ensinando em Escola Bíblica devemos ter mestres, é bom ver pessoas colaborando com a Escola Bíblica, mas ensinar é muito mais que estar à frente, é necessário cativar, conquistar, amar o ensino, conhecer as escrituras.Então durante o período de férias reunimos por quatro semanas e ministramos aos professores lições sobre o que é ser mestre e o que os motivam para estar lecionando a cada semestre.

2º Passo- Fragmentamos a Escola Bíblica em etapas a fim de quebrar a rotina. Dividimos a escola em quatro períodos: 1. Classe única no templo todos juntos tratando de uma questão bíblica aplicada aos dias de hoje. 2. Classe em salas durante cinco meses.3. Classe única no templo tratando questões de saúde durante o mês de Julho.4. Classe em salas durante quatro meses.Esta divisão trouxe aos alunos a saudade da sala e quebrou a rotina de estar o ano todo em sala. Criamos uma expectativa em voltar a salas e receber as lições.

3º Passo - Criamos classes diversas com opções para os alunos, acabamos com a classe de casais e a transformamos em classes de adultos, podendo participar quem quiser da classe. Criamos duas classes de jovens com temas diferentes, classe de juniores, adolescentes e solteiros adultos. Abrimos classes de interesses como batalha espiritual, evangelismo, levitas, e uma classe de novos convertidos, uma sala para família e uma para pais.

Colocamos opções para que os membros pudessem escolher de acordo com o seu interesse a melhor classe, ao todo são 16 classes a escolha dos membros com temas diferentes. Iniciamos um currículo de quatro anos e criamos no aluno a expressão de que a "Escola Bíblica não é só um domingo", é uma continuidade que dura quatro anos. A Escola Bíblica é de vital importância a sua educação cristã.

Conclusão:

Sem dúvida a Escola Bíblica é uma experiência gratificante, mas dar continuidade e manter o projeto até o fim é um desafio. Este é um compromisso que assumimos; manter a qualidade e o treinamento dos professores, não deixar cair na rotina e sempre motivá-los. Este será sempre o nosso ideal, pois temos não só um compromisso com nossa igreja, mas com o Reino de Deus o qual tem nos fortalecido, pois sem este nada podemos fazer e se conseguimos alguma coisa é porque Até aqui nos ajudou o Senhor.

Coordenação da Escola Bíblica da Igreja Batista Getsemani
www.getsemani.com.br




Porque a Escola Bíblica?

Antes de respondermos esta pergunta, gostaríamos de abordar alguns aspectos da vida da igreja cristã, começando com uma breve historia da educação cristã:

Nos primeiros dois séculos da era cristã, a Igreja obedeceu a ordem de ensinar - Mat 28:20, elaborou um pequeno manual cristão denominado Didaquê que quer dizer: “Instrução” ou “Doutrina” e conduziu o povo para Deus através ensino da Palavra. Porém, do terceiro século em diante, a Igreja cresceu muito e perdeu-se a obra de educação cristã por este crescimento.


Os que aceitavam a fé em Cristo eram batizados sem instruções e muitas práticas erradas entraram no cristianismo.


Até o século XVI foi assim, então os reformadores Lutero e Calvino reintroduziram o ensino bíblico ao povo cristão. Na Alemanha, Lutero enfatizou que cada cristão que tivesse a Bíblia em sua própria língua poderia ler as Escrituras por si mesmo.


Ele quem traduziu a Bíblia do latim para o alemão. Depois, escreveu dois catecismos (livros de instrução cristã), um para adultos e outro para crianças. Calvino fundou em Genebra, uma Faculdade Evangélica de Teologia. No século XVII, Robert Raikes começou a trabalhar com as crianças levando-as para sua casa aos domingos, ensinando-as a ler e escrever textos da Bíblia. John Wesley gostou e adotou a idéia e ela espalhou-se em grande escala. Nascia assim a Escola Bíblica Dominical.


Respondendo a pergunta acima, a Escola Bíblica é o método de ensino da Palavra de Deus adotado pela igreja, pode ser semanal, diário ou mensal, com o intuito de levar o estudante a:


1) Aceitar Jesus como único Senhor e Salvador;


2) Crescer na fé e no conhecimento bíblico;


3) Por em prática os ensinos bíblicos.A Escola Bíblica não é só responsabilidade do pastor. Os que conhecem a Palavra de Deus têm esta responsabilidade, são os mestres cristãos, como o supervisor de menores, o coordenador educacional, etc.


Em quase todas as igrejas, há várias maneiras de ensino bíblico: Liga de Jovens, Liga do Lar (senhoras), Escola Bíblica Dominical (EBD), Classe de Novos Convertidos, Liga de Crianças, Classe de Casais, etc. O propósito de todos eles é prover a comunhão, ser agente de evangelização e proporcionador do ensino cristão.


http://www.getsemani.com.br/




O Cristão Influenciando e Não Sendo Influenciado



  Faça a Diferença !!!

Artigo que ministrei na EBD da Igreja Evangélica que sou membro, na manhã de Domingo do dia 01/04/12. Com o tema "Vós sois o Sal da terra e Luz do mundo" (Mateus 5.13-16).

I- Fomos chamados para transformar o mundo, dando continuidade ao ministério do Senhor, Fp 2:14,15.

Agindo de acordo com os valores cristãos seremos sal (agente profilático) e luz (mostrando o caminho).

Mateus 5:13-16

13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.

14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;

15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.

16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

De acordo com esse texto bíblico, podemos entender da forma que: "Os discípulos devem ser obstáculos à expansão da corrupção no mundo". Tal é a importância desse contexto para nossas vidas hoje, de sermos a placa de sinalização para ajudarmos ao mundo sem Cristo, ao mundo sem esperança, sem direção, o caminho à seguir.

A luz é fundamental para a existência da vida. O apóstolo Paulo refere-se aos cristãos como luzeiros, Fp 2:15. Luz e boas obras estão vinculadas, Mt 5:16. Obras não salvam, mas são meio de demonstração da nova vida. Os homens não podem ver o que está dentro de nós, senão por aquilo que externamos.

A verdadeira fé produz frutos que glorificam a Deus! Fé sem obras é morta, Tg 2:17. O cristão deve, pelo seu comportamento no meio de uma sociedade corrompida e injusta, demonstrar caráter exemplar, Mt 5:16.

O Espírito Santo capacita o cristão a vencer o pecado, Gl 5:17; Rm 8:13 ; I Co 10:13. Portanto, pode e deve ter uma vida agradável diante de Deus e exemplar aos homens. A partir da conversão, o comportamento dos cristãos está comprometido com uma mudança radical, Ef 4:17-32. Sua conduta deve ser exemplar, 1 Pd 2:12.

O povo de Deus em pecado

Na época do profeta Oséias, a sociedade demonstrava sua depravação. Mas Deus esperava que Seu povo agisse de forma contrária, refreando tal comportamento.
Infelizmente, Israel se deixou levar por condutas desonrosas e perdeu o direito de protestar:

"Todavia, ninguém contenda, ninguém repreenda; porque o teu povo é como os sacerdotes aos quais acusa" (Os 4:1-4).

II- Os Discípulos de Jesus Fazem a Diferença na Sociedade (Mt 5.13-14).

Jesus ilustrou sua mensagem sobre a influência do discípulo usando dois elementos que todos conheciam muito bem: sal e luz. Com isso o Senhor deixa nítida a distinção entre discípulos e não- discípulos; salvos e não-salvos.

a) "Vós sois o sal da terra" - papel preservador do cristão. O sal tem a função de preservar e de dar sabor. Os discípulos devem ser obstáculos à expansão da corrupção no mundo. Jesus advertiu que o sal poderia tornar-se insípido. Os depósitos da sal ao longo do Mar Morto continham, além do cloreto de sódio, também uma variedade de outros minerais. Portanto, o sal poderia tornar-se sem utilidade quando a chuva lavava sua salinidade, tornando-o insípido. Cristo convoca seus discípulos a serem exemplos para a sociedade, Mt 5:13 e 14. 

"Os discípulos devem ser obstáculos à expansão da corrupção no mundo".
O CAOS SOCIAL DOS DIAS ATUAIS

Constantemente são noticiados assaltos, crimes, corrupção, injustiças sociais, má distribuição de renda, etc... A população sente-se insegura.

É nesse contexto que o cristão é chamado para ser o sal e luz. Numa sociedade em que se perdeu a noção de respeito, de moralidade, de vida em grupo, de respeito às normas, o cristão precisa fazer a diferença.

Jesus conhecia muito bem a responsabilidade de seus discípulos. Ele desejou colocar em seus corações o desejo de mudar o mundo, de lutar contra as impetuosas correntes do mal.

De acordo com as estatísticas revelam o crescimento do número de evangélicos no Brasil. Temos, contudo, de perguntar quais os resultados que esse crescimento tem, efetivamente, produzido na sociedade? A Bíblia sempre apresentou os filhos de Deus como luz aos povos: Israel, Is 60:1-3; Jesus, Mt 4:12-17; os cristãos, Mt 5:14.

Após as bem-aventuranças, Jesus deu ênfase à influência que seus discípulos devem exercer na sociedade. Como portadora da mensagem de redenção a igreja pode e deve influenciar o mundo. Estão errados os que pregam que o cristão deve isolar-se da vida social para não sofrer contaminação.

"A igreja, por outro lado, foi colocada no mundo com duplo papel: como sal, para interromper, ou pelo menos retardar, o processo da corrupção social, e, como luz, para desfazer as trevas".

De acordo com o saudoso Pr. John Stott: "Se você quiser pregar o Evangelho e ajudar as pessoas, terá de ser rude e esfregar sal nas feridas, mostrando o outro lado e denunciando o que não está certo". (Eternas saudades)

SIGNIFICADO DA PALAVRA SAL NO DICIONÁRIO

sal
(latim sal, salis)
s. m.
1. Substância dura, solúvel, friável, seca, composta de cloreto de sódio, empregada como tempero. = SAL DE COZINHA

2. [Química] Combinação de um ácido com uma base.

3. [Figurado] Malícia que um dito ou escrito encerra. = CHISTE

4. Qualidade que dá interesse ou vivacidade a alguma coisa. = GRAÇA = DESPERTA SEDE

meio sal: que possui teor de sal abaixo da média (ex.: manteiga meio sal).

sal ático: primor de expressão e subtileza de pensamento.

sal de cozinha: cloreto de sódio.
Confrontar: cal.Para finalizar, leia esse trecho interessante da revista Aleluia:

Nós sempre agimos de acordo com nossos conceitos de certo e errado. Se, de fato, temos a mente de Cristo, nossas atitudes serão as melhores. Veja I Co 2:16. Somente alguém que tem uma consciência pura, que conhece bem a Palavra de Deus e deseja viver conforme essa Palavra, poderá ter a melhor percepção se realmente suas decisões e comportamento refletem um bom testemunho, uma conduta agradável a Deus.

Devemos conhecer o que Deus pensa sobre o nosso comportamento diante do mundo. Muitos crentes têm uma vida espiritual muito complicada, porque não se fundamentam na palavra de Deus, mas naquilo que eles mesmos acham estar certo ou errado. Nós precisamos de convicções que tenham fundamento na Bíblia. O apóstolo Paulo nos orienta: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus", Rm 12:2.

O papel do cristão é o de ser sal e luz onde quer que ele esteja, exercendo assim sua influência como filho de Deus.

CONCLUSÃO

Pense e ore após esta lição, refletindo seriamente sobre seu comportamento, linguajar, etc. Será que você não anda ferindo os princípios de Deus? Se você vê necessidade de mudanças, deixe o mundanismo para trás; Deus tem algo melhor pra você! Estamos no mundo, mas não somos do mundo, Jo 17.


Fonte de Estudos:

*Jesus no Sermão do Monte / Editora Aleluia
*http://www.priberam.pt/ Dicionário

*Bíblia de Estudo de Genebra




SITES COM ARTIGOS E REVISTAS PARA  ESCOLA BÍBLICA TEEN 

REVISTA 36 

* PROGRAMA CPAD REVISTAS 
* LIÇÕES PARA EBD 








Robert Raikes (1736–1811).
Robert Raikes (Gloucester14 de setembro de 1736 — 5 de abril de 1811) foi um filantropo inglês e leigo anglicano, conhecido por sua promoção de Escolas dominicais. Precursoras da educação pública e até 1831 tendo educando 1.250.000 crianças, elas são vistas como as primeiras escolas do sistema educacional público Inglês.
Raikes era filho mais velho de Maria Drew e Robert Raikes, um editor de jornal. Ele foi batizado em 24 de setembro de 1736 na igreja St Mary de Crypt em Gloucester. Em 23 de dezembro de 1767 ele se casou com Anne Trigge, com quem teve três filhos e sete filhas. Seu filho mais velho Reverendo Robert Napier Raikes teve um filho General Robert Napier Raikes do Exército Indiano.
” Ruth Doris Lemos Sentado a sua mesa de trabalho num domingo outubro de 1780 o dedicado jornalista, Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. 

 Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos. Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime. 













 A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um polo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos. Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer? Por um futuro melhor?
Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente. 


 Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho, e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No próximo editorial, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho. O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. 

 As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã. Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. 



 Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas. As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruístas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço. 

 Movimento mundial No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado, e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas aturas, algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia. As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país.


 Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados. A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical, e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança. 

 A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano, e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos” contou a história de Jonas, mais com gestos, do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Mas, ela viu tantas crianças pelas ruas, e seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil. Com o passar do tempo aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. 

Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil. No mundo, há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem, sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres, analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial.

Hoje a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo. Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembléia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)









Frases & Poesias 

  Minha EBD - Poesia 

Flávia Rossane 

Meu prazer é servir 
Meu prazer é aprender 
E para isso não há lugar melhor 
Do que a minha EBD. 

Os professores são ótimos 
As lições edificantes 
Frequentando a EBDA 
Nada na vida fica como antes. 

Lá eu aprendo muito 
Como ser um servo fiel 
Colocando em prática a palavra 
Para um dia morar no céu. 

Pra ser servo de verdade 
É necessário aprender 
Não existe cristão firme 
Se não frequenta a EBD 

Pra conhecer a Deus melhor 
E a Ele agradar 
Acordo cedo no domingo 
E corro para a EBDA.


Acervo da Teologia

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