"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015


* D.A. Carson / Biografia & Obras


Donald Arthur Carson (nascido em 21 de dezembro de 1946) é um, de origem canadense Reformada Evangélica teólogo e professor do Novo Testamento .

Antecedentes e educação 

Carson nasceu em Montreal , Quebec , Canadá , a Thomas Donald McMillan Carson e Elizabeth Margaret (née Maybury), mas cresceu em Drummondville . Ele ganhou seu BS (1967) em química e matemática pela Universidade McGill , sua M.Div. de Central Baptist Seminary (Toronto), e seu Ph.D. (1975), no Novo Testamento da Universidade de Cambridge . Carson casado Joy (née Wheildon) em 16 de agosto de 1975. 

Carreira 

Carson serviu como pastor de Richmond Baptist Church, em Richmond, British Columbia , de 1970 a 1972. Após seus estudos de doutorado, ele atuou por três anos na Northwest Baptist Theological College (Vancouver) e em 1976 foi o reitor fundador do seminário. Em 1978, Carson entrou para a Faculdade de Trinity Evangelical Divinity School , onde ele está servindo atualmente como professor e pesquisador.
Carson é um membro do conselho fundador da The Gospel Coalition . 
Ele foi um dos oradores na Conferência Bíblica de Hong Kong de 2012, falando sobre sucessos e fracassos de Reforma -. Um Estudo Bíblico de Neemias. 

Selecione publicações

Carson escreveu ou editou 57 livros, muitos dos quais foram traduzidos para o chinês. Estes incluem grandes comentários sobre Mateus em Comentário do Expositor da Bíblia e John, comentários sobre partes da Bíblia, tais como 1 Coríntios 12-14 e o Sermão da Montanha . Ele também escreveu livros sobre a oração , sofrimento e livre arbítrio e predestinação de um modo geral compatibilista e calvinista perspectiva.
Seu livro de 1996 The Gagging de Deus: Cristianismo Confronta Pluralismo ganhou o 1997 ECPA Christian Book Award . para a categoria "teologia e doutrina" 

Outras publicações incluem:

  • O Debate King James Version: Um apelo para Realismo (1979) 
  • Exegetical Falácias (1984) 
  • Até quando, ó Senhor ?: Reflexões sobre o sofrimento e o mal (1990, 2006)
  • A Cruz eo Ministério Cristão: Lições de Liderança de 1 Corinthians (1993, 2004)
  • A linguagem inclusiva Debate: Um apelo para Realismo (1998) 
  • A Doutrina difícil do Amor de Deus (1999) 
  • Para o amor de Deus, 2 de volume comentário devocional baseado em Robert Murray M'Cheyne sistema 's para leitura da Bíblia por meio de um ano (1998, 2006) 
  • Tornando-se familiarizado com a Igreja Emergente: Entendendo um Movimento e suas implicações (2005) 
  • Dizer a Verdade: Evangelizing pós-modernos (2000, 2002)
  • Justificação e variado Nomism, 2 volumes que tratam da Nova Perspectiva sobre Paulo questões que têm surgido nos últimos anos de pessoas como NT Wright (2001, 2004) 
  • Cristo e Cultura Revisited (2008) 
  • Comentário sobre o Novo Testamento Uso do Antigo Testamento, Editor, junto com Beale, GK . (2008)
  • Memórias de um Pastor Ordinária: A Vida e os reflexos de Tom Carson (2008)
  • Escandaloso: A cruz e ressurreição de Jesus (2010)
  • A Intolerância da Tolerância (2012) 





         

A avareza é idolatria porque o que você mais quer se torna seu deus. O que você busca mais urgentemente se torna o seu deus. A idolatria não exige alguma pequena imagem feita de pedra, barro, cerâmica ou uma imagem gigante de um deus esculpida de uma montanha. Idolatria é qualquer coisa e tudo que toma o lugar de Deus, que me faz tentar achar minha identidade e lugar no universo por apelar a algo ou a alguém, e não a Deus. Portanto, a avareza estabelece quem são nossos verdadeiros deuses. E quanto aos cristãos? Eles foram reconciliados com Deus pela morte de Cristo e têm sido expostos à maravilhosa glória e grandeza de Deus - inclusive na cruz.
D. A. Carson
Onde todos querem ser o centro do universo, só pode haver conflitos. Sei muito bem que ninguém sai por aí cantando: "Eu sou o centro do universo". Contudo, se eu segurasse sua foto de formatura do ensino médio ou de graduação na faculdade e dissesse: "Aqui está a foto de sua formatura", qual rosto você procuraria primeiro? Ou suponha que você tenha um debate árduo e prolongado (daqueles que raramente nos ocorrem). Você vai embora fervendo. Lembra todas as coisas que poderia e deveria ter dito se apenas tivesse pensado nelas suficientemente rápido. Então, você organiza todas essas coisas enquanto repassa todo o debate em sua mente. Quem vence?
Já fui derrotado em muitos debates, mas nunca perdi uma reprise.
Esses tipos de reflexão são pequenos indicadores de como queremos prevalecer, controlar, ser o centro. Mesmo Deus, deve servir-me ou, do contrário, acharei outro deus. Em outras palavras, isso é o começo da idolatria.
D. A. Carson
Idolatria é qualquer coisa e tudo que toma o lugar de Deus, que me faz tentar achar minha identidade e lugar no universo por apelar a algo ou a alguém, e não a Deus.
D. A. Carson

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

* O Culto Deve Fazer a Bíblia Brilhar / Paulo Romeiro


* Os Saduceus



Mateus 22. 

Os saduceus eram uma seita religiosa e política do período do segundo templo, atraídos principalmente pelos elementos aristocráticos e sacerdotais dominantes da sociedade judaica. O partido controlava o culto no templo, e muitos de seus membros pertenciam também ao supremo conselho legal judaico, o Sinédrio (At 23.6). Duas explicações para a origem dos saduceus ligam o nome da seita a duas figuras históricas distintas, porém ambas chamadas Zadoque.
·       O termo “saduceu” pode ser derivado de Zadoque, sumo sacerdote nos dias de Davi e Salomão (2 Sm 8.17; 1 Rs 1.34). Na visão da restauração, de Ezequiel, é confiada aos descendentes desse Zadoque a supervisão da adoração no templo (Ez 40.46; 43. 19;44.15).
  Na realidade, os descendentes de Zadoque constituíam a hierarquia do templo até o século II a.C.
 
·       De acordo com a tradição de rabínica, entretanto, a seita dos saduceus foi fundada por um discípulos de Antígono de Socó (ca. 200 a.C), também chamado Zadoque.
·       Os principais oponentes dos saduceus eram os fariseus. Ao contrário dessa facção rival, os saduceus negavam a ressurreição dos mortos (Mt 22.23-33; At 4.1,2; 23.6-8), a imortalidade da alma, a doutrina de recompensa e castigo e a validade da “lei oral” (regulamentos transmitidos pela tradição rabínica). Eles aceitavam como obrigatórias apenas aas leis baseadas diretamente no texto do Pentateuco. É por essa razão que Jesus defendeu a doutrina da ressurreição diante deles do ponto de vista de Êxodo 3.6, em vez de se apoiar nos profetas (Mt 22.32).

 A influência dos saduceus cessou com a destruição do templo, em 70 d.C., o que levou o judaísmo pós-bíblico a se desenvolver conforme a ideologia farisaica. Os ensinamentos rabínicos posteriores contêm numerosos exemplos de propaganda antissaduceia. 

                                 QUEM ERAM OS SADUCEUS?


Resposta: A Bíblia menciona frequentemente os fariseus e saduceus, especialmente no Novo Testamento, já que Jesus estava em constante conflito com eles. Os fariseus e saduceus formavam a classe espiritual dominante de Israel. Há muitas semelhanças entre os dois grupos, assim como diferenças importantes.

Os saduceus - Durante o tempo de Cristo e do Novo Testamento, aqueles que eram saduceus eram aristocratas. Eles tinham a tendência de ser ricos e de ocupar cargos poderosos, incluindo o cargo de primeiro sacerdote e de sumo sacerdote. Eles também ocupavam a maioria dos 70 lugares do conselho regente chamado de Sinédrio. Eles trabalhavam muito duro para manter a paz através de sempre seguir as decisões de Roma (Israel nesta época estava sob o controle romano) e, na realidade, pareciam estar mais preocupados com a política do que com o religioso. 


Porque eles estavam sempre tentanto acomodar os gostos de Roma, e porque eles eram ricos e da classe alta, eles não se relacionavam bem com o homem comum nem o homem comum os enxergava com alta estima. O homem comum se relacionava melhor com aqueles que pertenciam ao grupo dos fariseus. Embora os saduceus ocupavam a maioria dos lugares no Sinédrio, a história indica que a maior parte do tempo eles tinham que concordar com as idéias da minoria farisaica, já que os fariseus eram os mais populares com o povo.

Religiosamente, os saduceus eram mais conservadores na área de doutrina do que os fariseus. Os fariseus enxergavam a tradição oral como tendo autoridade igual à Palavra escrita de Deus, enquanto os saduceus consideravam apenas a Palavra Escrita como sendo de Deus. Os saduceus trabalhavam arduamente para preservar a autoridade da Palavra escrita de Deus, especialmente os livros de Moisés (Gênesis até Deuteronômio). Enquanto eles poderiam ser elogiados por isso, eles definitivamente não foram perfeitos em suas opiniões doutrinárias. Segue-se uma breve lista de suas crenças que contradizem as Escritura:

1. Eles eram extremamente auto-suficientes, ao ponto de negar o envolvimento de Deus na vida quotidiana.

2. Eles negaram qualquer ressurreição dos mortos (Mateus 22:23; Marcos 12:18-27; Atos 23:8).

3. Eles negaram qualquer vida depois da morte, defendendo a crença de que a alma perecia com a morte; eles acreditavam que não há qualquer penalidade ou recompensa depois da vida terrena.

4. Eles negaram a existência de um mundo espiritual, ou seja, anjos e demônios (Atos 23:8).

Porque os saduceus estavam mais preocupados com a política do que com a religião, eles não se preocuparam com Jesus até quando as coisas chegaram ao ponto de que Jesus iria chamar a atenção indesejada de Roma. Foi a esta altura que os fariseus e saduceus se uniram e planejaram que Cristo fosse morto (João 11:48-50; Marcos 14:53; Marcos 15:1). Outras passagens que mencionam os saduceus são Atos 4:1, Atos 5:17, e os saduceus foram implicados na morte de Tiago pelo historiador Flávio Josefo (Atos 12:1-2).

Os saduceus deixaram de existir em 70 D.C. Já que este grupo existia por causa de seus laços políticos e sacerdotais, quando Roma destruiu Jerusalém e o Templo em 70 D.C., os saduceus também foram destruídos.



Bíblia de Estudo Arqueológica 



                                                       HISTÓRIA BÍBLICA 

* Interpretação Bíblica em Qumran e Entre os Antigos Rabinos


Mateus 23

   Qumran é o local em que os manuscritos do mar Morto foram descobertos. A comunidade antiga ali estabelecida produziu uma biblioteca com mais de 800 manuscritos, a maioria relacionada à interpretação bíblica. Essa coleção inclui uma grande variedade de documentos:

·       Paráfrases – Alguns textos “reescrevem” porções das narrativas bíblicas com paráfrases interpretativas e expansivas (e.g., O Gênesis apócrifo e o rolo do templo).

·       Comentários – Ou pesharim, anotações sobre os livros proféticos e os Salmos, buscando interpretar ou explicar os textos bíblicos.

·       Antologias – Textos que alinham várias passagens bíblicas em torno de um tema – algo como uma “Bíblia temática” moderna.

·       Escritos originais compostos em estilo bíblico. Esses documentos usam expressões, estilo e vocabulário bíblicos para evocar a autoridade das escrituras. O mestre da justiça, o líder maior da comunidade de Qumran, acreditava que Deus lhe havia revelado todos os mistérios dos escritos proféticos. A interpretação bíblica em Qumran refletia sua compreensão de que as Escrituras estavam repletas de referências ocultas à sua comunidade e aos seus conflitos com outros líderes judaicos e com o mundo exterior.  
   Alguns documentos de Qumran dão a entender que a comunidade se considerava não apenas autorizada a fazer interpretações inspiradas das Escrituras, mas também a dar à luz novas obras com inspiração idêntica à das Escrituras.

    A interpretação em Qumran concentrava-se nas regras que governavam a comunidade e nas interpretações proféticas que apoiavam seus ideais e esperanças.

 A interpretação bíblica rabínica antiga estava relacionada principalmente à Halaká – as regras que governavam a vida diária e a prática religiosa. A procura da aplicação precisa da lei bíblica entre os judeus significava que a Halaká tinha de proporcionar orientações sobre o que uma pessoa podia comer ou vestir ou que ação era permitida em determinadas circunstâncias. Como os tempos e as situações mudavam, novas perguntas surgiam sobre o que era permissível ou exigido. Assim, a interpretação era uma tarefa contínua, resultando num processo ininterrupto de refinamentos aos pareceres legais anteriores.

 Esses refinamentos aconteciam na forma dialógica, na qual os rabinos debatiam a aplicação apropriada de textos bíblicos e princípios legais. Em suas deliberações, tendiam a citar ou enfileirar versículos na base de alguma semelhança, como o fato que cada versículo ter uma palavra em comum. Por exemplo, os rabinos podiam citar ou associar vários versículos de partes diferentes da Bíblia que continham a palavra “uvas” – até mesmo quando não havia relação alguma entre eles – e usavam a palavra em contextos radicalmente diferentes.

   Essa estratégia tratava a Bíblia como um “hipertexto” (uma rede complexa de associações que permitia saltar de uma passagem para outra). Essa interpretação era uma espécie de quebra-cabeça, cujas peças precisavam ser constantemente viradas, giradas e rearranjadas. O resultado desejado e ideal: quando a combinação certa de passagens bíblicas era posta lado a lado, revelava o significado difícil de entender do texto que estava sob consideração.

   O processo não era de todo arbitrário. A interpretação era controlada por um conjunto de princípios. Os primeiros sete princípios são atribuídos a Hillel, rabino famoso do século I d.C. Os dois princípios mais importantes eram o argumento a fortiori (significando que um princípio que trabalha num caso menos importante também deveria ser aplicado a um caso de maior importância) e o princípio da analogia verbal (significando que duas passagens diferentes que apresentam palavras em comum podem ser usadas para interpretar uma a outra). 

Em Mateus 23, Jesus repreende os escribas e fariseus por estabelecerem regras elaboradas e meticulosas para tratar de assuntos menos importantes, mas ignorarem questões mais significativas. Jesus rejeitava principalmente a tendência de se concentrarem em assuntos que envolviam a pureza externa e ritual, enquanto ignoravam algo mais importante: a contaminação interna do coração. 


Bíblia de Estudo Arqueológica 

                                                     HISTÓRIA BÍBLICA

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