"Γνωρίζοντας αυτό το πρώτο, ότι ουδεμία προφητεία της γραφής γίνεται από την προσωπική ερμηνεία. Για προφητεία δεν ήρθε ποτέ από τη θέληση του ανθρώπου, αλλ 'οι άγιοι άνθρωποι του Θεού μίλησε, εμπνευσμένη από το Άγιο Πνεύμα "(Β' Πέτρου 1:20-21)..

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

* Teologia do Antigo Testamento de Walter Brueggemann

"A interpretação exegética e teológica do Antigo Testamento no século XXI está em busca de sua nova face. O caráter histórico da disciplina, tão bem evidenciado nos séculos XIX e XX, já não é suficiente diante das novas exigências acadêmicas e sociais. A Teologia do Antigo Testamento de Walter Brueggemann é testemunho da nova face da pesquisa teológica bíblica. A sua introdução, destacando com clareza e rigor a história da disciplina e os seus impasses e valores, por si só, já presta um imenso serviço às Igrejas e à Academia. Ao entrar no estudo da Bíblia Hebraica por sua vez, Brueggemann leva a sério a exegese crítica e a história de Israel, mas as coloca a serviço das perguntas relevantes de nosso próprio tempo, indicando um novo e desafiador caminho para a interpretação bíblica: responder às questões que desafiam a humanidade neste novo milênio. Este é um daqueles livros que marcam época, e sua publicação em português é uma conquista de grande monta."

Dr. Júlio Zabatiero professor da Faculdade Unida – Vitória – ES.


https://www.teologiaacademica.com.br/







sábado, 18 de outubro de 2014

* A Igreja Atual tem Dependido Mais de Métodos do que do Espírito Santo / Josafá Vasconcelos



Hoje em dia, muitas igrejas dependem no evangelismo mais de métodos do que do Espírito Santo. Usa-se mais técnicas de administração do que o poder do Espírito através do Evangelho. Se não for o Senhor não haverá abertura de coração (At 16.14). O homem não pode abrir o coração. Quem gera fé no coração é o Espírito Santo pela Palavra (Rm 10.14). Precisamos confiar que a Palavra de Deus não voltará vazia (Is 55.11).
Sem entender a depravação total do homem, não entenderemos a necessidade do Espírito na evangelização. O homem não possui um lado bom preservado dentro de si, uma centelha de bondade que o capacite a receber a Cristo. Mortos não fazem nada e ossos secos não levantam sem a Palavra vivificadoras do Senhor.
A Escritura afirma que “a fé não é de todos” (2Ts 3.2), mas “do eleitos de Deus” (Tt 1.1), “não provem do homem mas é dom de Deus”. (Ef 2.8). Quando olhamos para esse estado do ser humano, podemos desanimar, mas precisamos nos lembrar que Deus tem os seus (At 18.10).
Precisamos também entender que o Espírito age através de sua verdade. Palavra sem Espírito = morta; Espírito sem Palavra = superstição.
“(…) o Espírito de Deus está de tal maneira unido e ligado à Sua verdade, manifestada por Ele nas Escrituras, que justamente Ele descobre e mostra seu poder, quando se dá à Palavra a reverência e a dignidade que se lhe deve (…).”
“Da mesma forma, ‘a Palavra’ não pode ser separada ‘do Espírito’, como imaginam os fanáticos, que, desprezando a palavra, ufanam-se no nome do Espírito, e incrementam coisas, como confidenciais, em suas próprias imaginações. É o espírito de Satanás que é separado da palavra, a qual o Espírito de Deus está continuamente unido.”
– Calvino
Precisamos buscar o Espírito, não em um batismo separado da conversão (uma segunda bênção), mas enchimento cada vez maiores. Assim, preparados em oração, pregaremos ousadamente o evangelho de Cristo, que é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16).
Abra mão de toda parafernália que você usa para manipular as pessoas a aceitarem Jesus. Não depende de técnicas carnais. Você tem uma arma poderosa que é o poder do Espírito através da Palavra. Pregue a Bíblia com fidelidade e dobre seu joelho em oração e deixe Deus agir conforme sua soberana vontade. Assistam o vídeo dessa mensagem aqui

JOSAFÁ VASCONCELOS BIOGRAFIA E VIDEOS 
CONFERÊNCIA FIEL REPRISES 
VOLTEMOS AO EVANGELHO 

Rev. Josafá Vasconcelos Pastor da Igreja Presbiteriana da Herança Reformada em Salvador; foi Presidente do Presbitério da Bahia; conferencista reformado no Brasil e exterior; foi membro da Comissão de Evangelização da Igreja Presbiteriana do Brasil. Conferencista, autor e tradutor de diversos artigos publicados na revista Os Puritanos e dos livros: “Nada se Acrescentará” e ”O Outdoor de Deus”. Tem sido conhecido, em todo o Brasil, como um de seus principais evangelistas.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

* Missões é Unir-se a Deus em Sua Paixão


* Antropologia Missionária

     ANTROPOLOGIA MISSIONÁRIA     



“Eu creio que o missionário precisa pelo menos de duas coisas: uma é estudar as Escrituras, estudando teologia, teologia bíblica e teologia sistemática. A outra é estudar as pessoas e saber como se comunicar com as pessoas. A antropologia é importante para ajudar-nos a entender as pessoas. Muitos missionários não conhecem o povo, a cultura; a antropologia é essencial para que sejamos bons missionários. Mas a antropologia também pode nos ajudar a estudar as Escrituras porque ela nos ajuda a entender as pessoas envolvidas nas Escrituras”. (www.missaoavante.com.br)

1 – A Antropologia oferece ferramentas teóricas para o trabalho pratico missionário 

A Antropologia Missionária traz instrumentos dos conhecimentos, conceitos, teorias e hipóteses da moderna antropologia para a prática missionária, ela pesquisa o estudo da humanidade na música, literatura, filosofia, economia, história, geografia religião, comunicação, letras e nas relações inter-pessoais. Por fim, analisa estas matérias e se pergunta como elas se desenvolveram se modificaram e qual o seu significado para a comunicação do evangelho para o povo-alvo.

Paul Hiebert, missionário, professor de antropologia, autor de vários livros sobre antropologia missionária e considerado o principal antropólogo cristão da atualidade, ao ser indagado sobre a importância da antropologia para a obra missionária, responde:

2 – A antropologia visa apresentar os aspectos-chave da cultura ao missionário

Antes de um missionário (principalmente o pioneiro) ir para uma cultura diferente da sua é importante que ele estude, conheça e interaja com essa cultura. Pois fazendo isso ele poderá se prevenir de atos que poderiam ofender profundamente mesmo sem querer e que poderia ter sido facilmente evitado. Nesta preparação inicial ele vai conhecer melhor os sentimentos do povo sobre as diversas composições de seu meio.

O ministério do Apóstolo Paulo ilustra isso ao reconhecer Epimênides (profeta cretense não-cristão) como um verdadeiro profeta para embasar um julgamento dele sobre o povo. Estudos revelam que Aristóteles, Platão e Cícero também o consideravam profeta. Isso indica que Paulo conhecia bem a cultura dos cretenses. Conhecer costumes e tradições é crucial da estratégia missionária.

3 – O estudo antropológico visa preparar o missionário para a adaptação cultural

A antropologia missionária tem contribuído com as missões na medida que tem mostrado aos missionários a maneira como devem se comportar dentro do contexto próprio do povo. Como já foi dito, a geografia, a história, a estrutura econômica, suas artes existem de maneira a preservar a existência da comunidade. Portanto é um crime contra a cultura o missionário chegar com os valores de onde veio e querer imprimir sobre o povo ao qual foi enviado. Antes pelo contrário, ele deve se adaptar ao seu modo cultural desde que não conflituem com o evangelho.

É importante que ele reconheça a diferença da cultura, e a partir desse reconhecimento, ele se comporte semelhantemente à maneira cultural corrente. É como se um missionário fizesse duas malas para a viagem: uma para usar e outra para não usar. Na primeira é importante que ele coloque o básico para viver dignamente os seus primeiros dias ali (até atribuir a forma própria do povo). Na segunda ele deveria colocar todos os seus pré-julgamentos culturais e a cultura que aprendeu para não utilizar. Se ele não fizer essas duas malas, a sua missão poderá encontrar grande dificuldade.

Portanto a antropologia tem como interesse poder amenizar o impacto dos possíveis choques culturais vivenciado pelas famílias missionárias.

4 – O missionário não deve aceitar os fatores culturais que são contrários ao Evangelho

O missionário no exercício do seu ministério ao expor o evangelho de Cristo inevitavelmente encontrar-se-á em um conflito, tendo em vista as doutrinas demoníacas do povo. Nesse momento, ele precisará batalhar fielmente pelo evangelho de Cristo, e não poderá aceitar nenhum tipo de sincretismo. A sã doutrina deve ser defendida com todo o entendimento e todas as forças que o missionário tiver. Como bem disse Judas, uma das colunas da Igreja Primitiva de Jerusalém: “exorto-vos a batalhardes diligentemente pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Na pregação do evangelho de Cristo não poderá haver nem um acréscimo e nem um suprimento.

Sobre este aspecto da cultural na evangelização, O pacto de Lousanne afirmou o seguinte:

“O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas à cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Uma vez que o ser humano é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e bondade. Pelo fato de o ser humano ter caído, toda a sua cultura (usos e costumes) está manchada pelo pecado e parte dela é de inspiração demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade uma cultura sobre outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, qualquer que seja a cultura em questão. As organizações missionárias muitas vezes tem exportado, juntamente com o evangelho, a cultura de seu pais de origem, e tem acontecido de igrejas ficarem submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo, devem, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros. As igrejas devem se empenhar em enriquecer e transformar a cultura local, tudo para a gloria de Deus”. 

(Mc 7.8,,13; Gn 4.21,22; 1 Co 9.19-23;Fp 2.5-7;2 Co 4.5) (REIFLER, Hans Ulrich. Antropologia missionária para o século XXI. Londrina: Descoberta Editora LTDA, 2003, pag 55)

5 – A Antropologia Missionária pretende preparar o missionário para contextualizar a mensagem

Numa entrevista a um blogger, Paul Hiebert, um dos maiores antropólogo missionário, respondeu sobre as vantagens e o perigo da contextualização da mensagem:
 “O perigo da contextualização é quando colocamos a mensagem na língua local e na cultura do povo, porque a língua e a cultura do povo podem destruir, mudar a mensagem, ou afastá-la da verdade. Se não tivermos cuidado, o Evangelho pode ser convertido à cultura. Mas há um perigo em não contextualizar; não teremos testemunha, nem mensagem, nem evangelismo. Em ambas as partes há perigo, mas o perigo de não contextualizar é maior do que o perigo de contextualizar. Nós precisamos contextualizar criticamente, pensando e sabendo o que estamos fazendo, não só adotar tudo ou rejeitar tudo, mas fazer isso com critério”.  
http://www.missaoavante.org.br/ 
6– A Antropologia Missionária pretende auxiliar o missionário na busca pelos elos eternos de Deus nas culturas para uma pregação eficaz (Fator Melquisedeque).

O missionário e missiólogo Don Richardson, nos seus livros “Senhores da Terra”, “Totem da Paz” e principalmente no “Fator Melquisedeque”, explicou muito bem sobre o que ele mesmo define como “Fator Melquisedeque”. Nestes, ele descreve experiências vividas pessoalmente e por outros missionários em campos de missões narrando também aspectos culturais dos povos com os quais houve contato.

Segundo Richardson, todo povo possui em sua cultura um elo de contato preparado por Deus para receber a mensagem do Evangelho. Portanto quando a testemunha de Cristo alcança uma determinada cultura, através desse elo o contato com a Mensagem cristã pode ser feito.

No livro “Fator Melquisedeque”, Richardson dá exemplo de vários povos com seus elos de contato. Os Cananeus com seu E1 Elyon, os Incas com seu Viracocha, os Santal com seu Thakur Jiu, os Gedeos da Etiópia com seu Magano, os Mbaka da República Centro-Africano com seu Koro, os Chineses com o Senhor do Céu - Shang Ti e os Coreanos com seu Hananim. 

Em todos os exemplos há noções de um Deus Criador e Sustentados do Universo que há muito tempo tinha sido adorado e obedecido, mas que com o passar dos anos foi deixado de lado.

É justamente no exemplo dos Cananeus e o contato de Abraão com o rei Melquisedeque que temos uma evidência de que Deus age através de uma revelação geral entre os povos. Abraão reconhece o sacerdócio de Melquisedeque e lhe oferece o dizimo. Da mesma forma, diz Richardson, temos nos demais exemplos citados, claras provas de revelação geral como testemunho vivo de Deus nas mais diversas culturas.

 Sobre a contribuição da Antropologia Missionária para missões, e o comportamento inicial do missionário no campo, Hans Ulrich Reifler diz que:

“A tarefa da antropologia missionária é permitir que o processo de conscientização e respeito mútuo entre os povos e cultura cresça na vida missionária como entre crentes no mundo inteiro. É importante respeitar os costumes , tradições e hábitos diferentes para evitar erros irreparáveis. Para o diálogo efetivo do evangelho é necessário aceitar, em principio, a estranheza da nova cultura e não questionar nem criticar logo coisas que ainda não compreendemos. O antropólogo R.A. Le Vine argumenta que, quando o individuo se locomove para um novo lugar onde reinam costumes estranhos ou novos, ele precisa adaptar-se ou será estigmatizado pela sociedade local”. 

(REIFLER, Hans Ulrich. Antropologia missionária para o século XXI. Londrina: Descoberta Editora LTDA, 2003 166 pag.)

 ARMAZÉM DE IDEIAS 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

* Homossexualidade no Mundo Antigo / Fatos Históricos


HOMOSSEXUALIDADE NO MUNDO ANTIGO  

Romanos 1

  Em Romanos 1.24-32, Paulo descreve a depravação dos gentios. Cita a homossexualidade como o exemplo mais importante e comprobatório de sua reprovação. Com esse comportamento, eles demonstravam a realidade de que rejeitar a Deus conduz à perversão de tudo o que é bom e correto. De fato, a homossexualidade difundida é prova irrefutável de que uma cultura está sob juízo divino.

  Hoje, entretanto, muitos intérpretes afirmam que ler Romanos 1 à luz da realidade cultural do mundo greco-romano revela que Paulo não estava, na verdade, condenado a homossexualidade em si, mas reprovando uma versão particularmente sensual e promíscua dessa inclinação sexual. Ou seja, de acordo com esses estudiosos, a homossexualidade, no contexto de um relacionamento cuidadoso e amável, não só é aceitável, como não fazia parte das preocupações de Paulo.

 Essa interpretação baseia-se numa distorção do que conhecemos sobre as práticas e crenças antigas.  A homossexualidade era muito comum no mundo grego e durante o período do NT difundiu-se também no mundo romano. Na época, como agora, havia orgias homossexuais, porém muitas outras variedades de comportamento homossexual eram praticadas. Entretanto, não podemos afirmar que o comportamento homossexual pagão era estritamente orgiástico. 

Os homens gregos envolviam-se em relacionamentos homossexuais com adolescentes. Muitos na verdade, consideravam isso uma experiência para atingir a maturidade. Qualquer atração homossexual era descrita com termos românticos. Poetas e poetisas celebravam seu amor por pessoas do mesmo sexo. Safo (ca. 630 a.C) foi a poetisa mais famosa desse gênero, embora a natureza precisa de seu relacionamento com a mulher de seu poema seja alvo de debates. O imperador romano Adriano era tão dominado pelo amor passional por um jovem chamado Antínoo que, quando o objeto de sua afeição se afogou, o imperador deprimido decretou que ele fosse adorado como um deus. veja Homossexualidade na Espanha

Bustos que ilustram o romance entre o imperador romano Adriano e o seu jovem amante grego Antinous.

 Os judeus, no entanto, consideravam os homossexuais depravados por natureza - atitude fundamentada em textos bíblicos, como Levítico 18.22. Os escritos judaicos desse período tratavam a atividade homossexual como digna de morte. Paulo, longe de discordar desse ponto de vista, endossou-a rigorosamente  (1 Co 6.9) É importante observar, no entanto, que nem Paulo nem seus contemporâneos  judeus faziam distinção entre homossexualidade legal e ilícita. Para eles, tal preferência sexual, era por natureza, errada em qualquer contexto. 

  Há evidências de que mesmos os gregos podiam estar cientes de que este comportamento era depravado. Aristófanes, poeta cômico grego, fazia piadas sobre o comportamento homossexual (ainda que o utilizasse como artifício cômico). Por exemplo, em Mulheres na Tesmofórias, (Festas celebradas pelas mulheres de Atenas em honra de Deméter e de Coraridiculariza sem piedade a homossexualidade notória do poeta Agatão. Seria exagero afirmar que Aristófanes se opunha à prática homossexual, mas sua comédia indica uma consciência preocupada com esse comportamento na cultura em que estava inserido. Platão, por sua vez, em seus primeiros diálogos, aprova o comportamento homossexual, porém, já no final de sua carreira, observa em sua Leis que a relação sexual homossexual era largamente reconhecida como não natural. 

Bíblia de Estudo Arqueológica 
Imagens Museu Britânico 

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