"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



sábado, 23 de julho de 2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

* 7 Razões por que a Música Gospel não tem Conseguido Contribuir para a Edificação da Igreja Brasileira / Renato Vargens



Quem canta os males espanta, já diz o adágio popular, contudo, a denominada música gospel, que tem sido entoada nos rincões evangélicos Brasil à fora, não tem espantado os “males que nos cerceiam”, antes pelo contrário, ela tem contribuído e muito para a disseminação de falsas doutrinas entre os evangélicos.
Diante do exposto, resolvi escrever um pequeno post elencando sete razões porque a chamada música gospel não tem conseguido contribuir para a edificação da igreja brasileira:
1) Ela é de cunho antropocêntrico.
2) Ela é desprovida de boa teologia.
3) Ela promove as espúrias doutrinas da prosperidade confissão positiva e autoajuda.
4) Ela não visa a glória de Deus.
5) Ela omite em suas letras doutrinas fundamentais a soteriologia.
6) Ela é personalista, visto que o foco encontra-se no artista, no ministro e não no Senhor.
7) Ela é sincrética, mística e confusa em seus basilares, estando fundamentada em interpretações equivocadas  por parte de seus compositores e não efetivamente nas Escrituras.
Pense nisso!


Acervo de músicas e biografias 



Renato Vargens

É pastor, conferencista, tendo já pregado o evangelho em países da América do Sul, Norte, Caribe, África e Europa. É plantador de Igrejas e escritor com 24 livros publicados em língua portuguesa e 1 em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, editor do site www.renatovargens.com.br e pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói.

* 10 Características de Um Ministério de Música Sério / Renato Vargens


Outro dia eu escrevi 10 características de um pastor sério (leia aqui). Hoje , eu gostaria de elencar 10 características de um ministério de música saudável,equilibrado e que glorifique a Deus.
Todos nós sabemos que a música e louvor congregacional na igreja moderna tem sido extremamente complicado. Se eu fosse por exemplo escrever os erros e equívocos dos chamados ministérios de louvor, seria obrigado a dedicar um bom tempo a isso, não é verdade?
Como eu não estou querendo dedicar tanto tempo a isso, resolvi objetivamente pontuar valores e virtudes de um bom ministério de música, senão vejamos:
1) Um ministério de música sério se caracteriza prioritariamente por componentes que tudo fazem para glória de Deus.
2) Um ministério de música sério tem em seus componentes as marcas de alguém que foi regenerado pelo Espírito Santo.
3) Um ministério de música sério tem compromisso com a oração. Para estes, a oração é fundamental e indispensável no serviço cristão.
4) Um ministério de música sério tem em seus participantes homens e mulheres comprometidos com a Palavra de Deus. Nessa perspectiva estudam as Escrituras procurando fazer dela sua única e exclusiva regra de fé.
5) Um ministério de música sério tem compromisso com o Deus da Palavra, por isso entende, que não possui o direito ao estrelismo e ao estrelato.
6) Um ministério de música sério não chama a atenção para si, não comercializa a fé, nem tampouco toma o nome do Senhor em vão, usando-o assim como instrumento de propagação de um evangelho espúrio e comercial.
7) Um ministério de música sério canta e toca pra glória de Deus e não para a glória de homens.
8) Um ministério de música sério se esmera em fazer o melhor. Nessa perspectiva, tocam com excelência, não para que sejam tratados como “artistas”, mas, sim para que o Senhor seja exaltado.
9) Um ministério de música sério luta para viver em santidade, buscando assim agradar àquele que os arregimentou.
10) Um ministério de música sério entende que o seu serviço é fruto da graça, e que ainda que sejam usados por Deus, não possuem o direito de tomar para si a glória que pertence exclusivamente a Ele.

Músicas e biografias 


terça-feira, 19 de julho de 2016

* Eu, o Problema / Colunista Cris Boanerges

Eu, o Problema 🙏 


Olá meus queridos. Eu tenho lido bastante e isso tem me feito um bem enorme. E hoje meditando na vida de um rei, o Espírito Santo me tocou pra escrever sobre ele.

Em 2 Crônicas 26 encontramos o breve relato sobre o reinado de Uzias. Achei bem pertinente fazer as considerações sobre ele porque se encaixa perfeitamente em nossas vidas nos dias de hoje.

A posse do trono- 2 Cr 26:1-3

Uzias foi coroado rei aos 16 anos de idade, um dos mais jovens da história. Mesmo assim ele não se acovardou diante do chamado de Deus, pois sabia que o mesmo o capacitaria. Quantas vezes nós levamos Deus em banho-maria (é como falamos em Minas, rsrs) esperando que Ele desista de nos chamar, porque achamos difícil demais; como se houvesse algo difícil pra Ele. Ou esperando que vá cair um milagre do céu nos colocando no ponto exato que Deus quer pra cumprirmos nossas funções. Pra cumprir um chamado, é preciso coragem, orações, jejum, e às vezes preparo, estudo, um curso, uma faculdade, etc.; mas antes mesmo de dizermos sim para o Senhor, já damos a batalha por perdida.

Instruções- 2 Cr 26:4-5

Neste trecho eu vejo a importância de ouvirmos bons conselhos de quem dá testemunho do que fala. Muitas vezes estamos prontos pra ouvir a qualquer um que vai de encontro com nossos orgulhos e nossas birras com a vida, mas Uzias escolheu ouvir quem falava de Deus e não de si próprio. Em nossa caminhada cristã iremos encontrar pessoas que estarão prontas a concordar com nossos pecados massageando nosso ego, e isso faz bem. Mas é como o ditado diz: ”Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.”. Não se deixe enganar assim. Na maioria das vezes o que precisamos ouvir e nos atentar são coisas que vão doer. Uzias contava com os ensinamentos e exemplos que seu pai tinha dado antes de morrer e conselhos do sábio Zacarias que falava no Senhor. Assim ele prosperou enquanto fazia.

Trabalho em Equipe- 2 Cr 26:11-15

Tem gente que gosta de trabalhar sozinho com a geniosa desculpa: “Se quer algo bem feito, faça você mesmo!”. Ok, concordo em partes. Mas Deus nos chama pra trabalhar em grupo. Isso tudo nada mais é que uma desculpa que damos a nós mesmos pra que os holofotes estejam em nós apenas. Uzias descobriu que um reinado de sucesso estava fortificado na vontade de Deus em ter uma boa equipe comprometida com o êxito das tarefas. Isso nos alerta também pra que não nos prendamos em ter qualquer um em nossa equipe. Existem pessoas que não querem firmar compromisso na obra do Senhor, ou mesmo, pessoas que se deixam levar pelos desejos carnais e colocam todo um ministério a ruir. Com estes devemos tomar cuidado, pois satanás está atento para usá-los. Deus mesmo se encarrega de colocar pessoas sérias e fiéis a Ele, em nosso caminho; cabe a nós identificá-las.

A Queda por Orgulho- 2 Cr 26:16

Não há nada mais devastador na vida de um cristão que o orgulho. O orgulho nem sempre é identificado por todos que o rodeiam e quase nunca identificado pela própria pessoa que o nutre. Uzias ia bem, até que o orgulho o tomou para si. Neste caso, Uzias pensou que sendo rei, poderia ocupar qualquer função, qualquer espaço. Ele almejou a função dos sacerdotes e queria queimar incenso. O detalhe é que cada pessoa é escolhida por Deus para cada ministério. Ele escolhe, capacita, abençoa com dons e talentos; portanto jamais tome um lugar que não é seu. O que é seu está reservado pra você. Uzias era rei e cabia a ele exercer o que lhe foi proposto. Quantas vezes olhamos pra grama do vizinho, e a achamos bem mais verdinha e viçosa que a nossa! Não imaginamos o trabalho que dá podar, acordar mais cedo pra regar, adubar, lutar contra as ervas daninhas e condições climáticas. Temos a mania de achar que tudo cai do céu pro irmão, mas pra nós a vida tem sido muito injusta.

Rebeldia e Castigo- 2 Cr 26:17-21

Como disse anteriormente, queremos ouvir pessoas que massageiam nosso ego e deixam nossos pecados em paz. Mas surgirão pessoas ungidas por Deus pra nos alertar, então no dia do juízo não haverá justificativa suficiente pra explicar nossa rebeldia em continuar fazendo o que é mau. Uzias, ali mesmo no santuário, antes que concretizasse seu pecado, com o incenso na mão foi advertido pelos sacerdotes a rever sua atitude. Em toda nossa caminhada temos sempre duas escolhas, a boa e a má. Não nos enganemos! Uzias escolheu a má, rebelar-se. Quantas vezes nossa vida vai mal por culpa nossa, então Deus coloca irmãos, o pastor, a mula de Balaão e etc., pra falar conosco, mas não queremos ouvir, antes nos iramos contra todos. E finalmente quando estamos no fundo do poço, acordamos. Tanta dor poderia ter sido evitada! Uzias se irou contra a repreensão e no mesmo instante foi castigado na frente de todos, permanecendo leproso até o fim de seus dias. Haverá consequências de pecado em nossas vidas que iremos colher pra sempre, por isso, quando ouvir a repreensão de Deus, obedeça.

Fama- 2 Cr 26:23

Uzias morreu com 68 anos, enterrado junto com seus antepassados no cemitério de reis. Nota-se que nada fugiu da normalidade. Ele foi honrado depois de sua morte, assim como os reis de sua família, mas sua fama nunca foi esquecida. Não importa o quanto você tente esconder a sujeira debaixo do tapete, as pessoas jamais vão esquecer quem você foi. Como você quer ser lembrado? Um servo bom e fiel que combateu o bom combate e guardou a fé? Que conduziu muitas almas perdidas à luz? Que colaborou com sua igreja local? Ou uma pessoa marrenta, difícil de lidar e rebelde que só dava trabalho para os líderes de sua igreja e não colaborava com nada? Pense bem, as escolhas que você faz hoje, determina seu futuro amanhã.

Eu aprendi muito com esse breve capítulo. Espero que você que está lendo possa tirar nem que seja uma pequena lição. Deus abençoe sua vida! Cristina Boanerges 




quinta-feira, 14 de julho de 2016

* Estupro Social: o que a Igreja tem a ver com Isso? Carlos Moreira



O estupro da adolescente no Rio de Janeiro, ainda sob a investigação da Polícia, revela o desprezo com que esse tema é tratado numa sociedade já acostumada em cometer, impunemente, violência contra as mulheres. Mas na verdade, olhando de forma mais abrangente, este ato hediondo nos mostra as vísceras de uma engrenagem social enferrujada por políticas públicas inconsistentes, desvios de verbas por corrupção política, exploração empresarial das classes pobres, desinteresse da população civil e uma total desatenção das organizações religiosas para os dramas dos excluídos. Sim, é grave a analgesia da igreja para questões tão prementes! Tristemente, e parafraseando o “Capitão Nascimento” no filme “Tropa de Elite”, “A igreja existe para resolver os problemas da igreja, não para se envolver e ajudar a resolver os problemas da sociedade”. 
Portanto, não espere, na esmagadora maioria dos casos, que a igreja, ou seus representantes, se manifeste publicamente contra abusos, estupros, preconceitos, violência contra minorias, racismo, homofobia, drogas, miséria, desemprego, epidemias, pois a igreja vive num mundo paralelo, onde apenas as coisas supostamente sagradas importam. A igreja está entretida com batalhas espirituais, não com causas reais, está lutando contra demônios, e não contra a possessão da mente e do coração, que dessensibiliza o indivíduo e o faz inerte diante da dor do outro. 
 A máxima religiosa é buscar redimir o espírito do homem, desprezando, assim, os dramas e dores de sua alma, amparar o indivíduo com a doutrina da salvação, ainda que seja incapaz de fazer algo concreto para salvá-lo da miséria e do descaso no qual ele vive. A verdade é que o “deus” desta igreja é Platão, e não Jesus, o que eles vivem é a utopia do mundo das ideias, e não a verdade do Evangelho para o mundo concreto. Tenha coragem de assistir a esta contundente mensagem e discirna se este não é, também, um problema seu!




quarta-feira, 13 de julho de 2016

* Frases Cristãs / G .K. Chesterton


Gilbert Keith Chesterton, conhecido como G. K. Chesterton, (Londres29 de maio de 1874 — Beaconsfield14 de junho de 1936) foi um escritorpoeta, narrador, ensaístajornalistahistoriadorbiógrafoteólogofilósofodesenhista e conferencista britânico. Igualmente trilhou pelo campo da economia. É conhecido como o "príncipe do paradoxo" pelo conteúdo argumentativo brilhante de sua obra. Jorge Luis Borges afirmava: "Toda a boa literatura é uma forma de alegria, e nenhum autor me deu tantas alegrias quanto Chesterton". 

terça-feira, 12 de julho de 2016

* Eu Resolvi Esperar / Por Carlos Moreira

“Eu Resolvi Esperar” é a nova fórmula receitada por alguns grupos religiosos com o fim de garantir o sucesso na escolha do parceiro ideal para o casamento. Esses ensinos já ganharam, inclusive, o status de doutrina, com suposta fundamentação bíblica e eficácia garantida, e passaram a ser observados por milhares de jovens e adultos. Como se sabe, a religião nunca pôde prescindir da adoção de métodos e regras prontas, catecismos e manuais de conduta, tudo que cerceia o indivíduo de fazer suas próprias escolhas. Ora, como sabemos, santidade não é algo que se possa produzir com a privação de nada, mas com a liberdade de se escolher o bem no chão da vida. Paulo, falando aos Colossenses, disse que ninguém se tornaria puro algemando a mão, a boca ou os olhos, posto que nada disso tem qualquer efeito contra a sensualidade. A questão que surge, todavia, é a seguinte: até onde fórmulas prontas sobre relacionamento conjugal podem dar certo? “Eu Resolvi Esperar”, como decisão pessoal do indivíduo, não parece ser um problema, pois cada um deve fazer o seu próprio caminho debaixo do sol. O problema é quando o “Eu” se torna “Nós”, uma serialização patrocinada pela igreja-indústria que tenta fazer manequins pré-moldados para se encaixar em suas conveniências. A verdade é que não há fórmulas para o amor, não é possível construir fluxos lógicos para gerir sentimentos complexos, isso não funciona! Ninguém pode administrar àquilo que é espontâneo, nem produzir uma receita de casamento como se fosse receita de bolo. Portanto, não se apresse para casar, nem passe tanto tempo fazendo avaliações de pessoas como se elas fossem produtos numa prateleira. Viva, apenas isso! Tenha respeito por seus sentimentos, nem se entregue ao primeiro que aparecer, nem se ampute de viver uma grande paixão só porque ele/ela não se encaixa no padrão de homem/mulher de Deus que sua igreja definiu. Não permita que roubem, em nome da santidade e da ortodoxia, os melhores anos da sua vida! Assista a mensagem e aprenda sugestões preciosas sobre relações afetivas. 






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