"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

* Para Adorar / Ministério Koinonya de Louvor / Clássicos da Música Cristã



 Se eu quiser adorar a Deus. Tenho que entender seu Filho. Se eu quiser adorar a Deus. Tenho que ouvir do Espírito. 
   E obedecer, e obedecer...
Tenho que aprender a ouvir, mesmo sendo o que não quero; E ainda assim abrir meus lábios
                Para adorar, para adorar
   Para adorar, para adorar.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

* Jesus, Nossa Real Inspiração

Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação. Isaías 12:2


sábado, 15 de novembro de 2014

* Paulo, Plantador de Igrejas, Fundamentos Bíblicos da Obra Missionária / Augustus N. Lopes


Vivemos num país cujo povo considera-se cristão mas é ignorante das Escrituras. Segundo uma pesquisa feita pela revista Veja, 98% dos brasileiros dizem acreditar em Deus. Porém, se formos perguntar-lhes "quem é Deus," evidentemente teremos as respostas mais estranhas possíveis.

Vivemos num ambiente de quase total ignorância bíblica. Por esse motivo, entre outros, não podemos apelar às pessoas para que tomem decisões imediatas por Cristo, sem que antes argumentemos, exponhamos e abramos o sentido das Escrituras para elas.

Não podemos sair plantando igrejas às pressas e ainda querer resultados profundos e duradouros. Há todo um trabalho de ensino, de doutrinação, de preparação que deve anteceder, ou, ao menos, caminhar conjuntamente com o trabalho de evangelização e plantação de igrejas. 
"Precisamos de evangelistas e plantadores de igrejas que sejam capazes de explicar, ensinar e instruir com paciência, para colher o fruto na hora certa. A precipitação pode causar resultados desastrosos". 
Lembremos do labor do apóstolo Paulo, expondo, demonstrando, argumentando, persuadindo judeus e gentios pelas Escrituras. Era assim que ele plantava igrejas. E os seus labores deram resultados permanentes. Os seus convertidos foram capazes de suportar as perseguições, mesmo sem pastores para dar-lhes apoio. Quando Paulo chegou a Atenas, ao sair de Tessalônica, estava em outro ambiente. Ali ele não começa com a exposição das Escrituras, mas começa com o monoteísmo, quando é convidado a falar no Areópago. O apóstolo começa ensinando quem é Deus, o que ele faz e como podemos servi-lo. E dessa forma, argumenta logicamente até chegar a Cristo e sua ressurreição. Era esse o seu método invariável. Era um evangelista-mestre! Não podemos separar estas duas coisas.

Paulo organizava seus convertidos em comunidades, as igrejas locais. O seu objetivo era promover os meios pelos quais eles fossem edificados, instruídos, celebrassem a Ceia, cultuassem a Deus e se envolvessem no próprio projeto de expansão do cristianismo. Paulo os batizava, elegia presbíteros dentre eles a quem encarregava do rebanho (At 14.21-23), e depois de algum tempo voltava para supervisioná-los (At 15.36; 16.4-5; 18.23).

Aqui temos um ponto muito importante. O objetivo de Paulo não era apenas declarar ou anunciar o evangelho _ ele queria persuadir as pessoas, queria convencê-las, ganhá-las para Cristo, e após isto, organizá-las em igrejas e discipulá-las. Isso fazia parte de seu alvo maior, que era ver a Igreja de Cristo edificando-se pela expansão e fortalecimento. Paulo nos ensina com isso que não podemos ficar satisfeitos apenas com uma mera proclamação. Havemos de instar com os homens, persuadi-los, forçá-los (no sentido bíblico) a entrar no Reino de Deus. Nenhum dos que admiram pastores e evangelistas reformados como Richard Baxter, Joseph Alleine, George Whitefield, Jonathan Edwards e C. H. Spurgeon deixarão de concordar que é nosso dever oferecer livremente a todos os homens o Evangelho da graça de Deus, e instá-los a que se convertam de seus pecados e creiam no Evangelho.

Paulo também nos ensina que não devemos cair na missiologia do ativismo. Ele sabia que a sua comissão era edificar a Igreja universal de Cristo pela fundação de comunidades locais. Ao mesmo tempo, ele deixava os resultados dos seus labores nas mãos da providência divina. O crescimento, afinal, vinha de Deus.

Penso que a lição mais importante que podemos aprender com Paulo é que não podemos separar teologia e missões. É prioritário que as igrejas reformadas hodiernas estudem e definam com clareza uma filosofia missionária que brote das Escrituras, que esteja comprometida com a doutrina reformada, com as doutrinas da graça, e que esteja atenta para a realidade brasileira. Creio que este é o ponto de partida. Não estou certo de que hoje, no Brasil, as igrejas reformadas tenham uma teologia missionária nesses termos. Percebemos um aumento significativo do interesse missionário por parte das igrejas reformadas, pelo que damos graças a Deus. 

 Porém, não podemos, num entusiasmo inicial, precipitar-nos no pragmatismo característico dos nossos dias. Precisamos trabalhar os fundamentos teóricos. Isso não quer dizer que vamos parar o que estamos fazendo para primeiro resolver as questões teóricas todas. Podemos ir trabalhando, mas sempre abertos às mudanças em metodologia e estratégia que nos sejam sugeridas pela reflexão teológica profunda. Sem essa fundamentação conceptual corremos o risco de cair num mero ativismo, num "frenesi" de aplicação de métodos sem saber exatamente porque os estamos aplicando. Partindo dessas bases podemos refinar nossa metodologia e aplicá-la ao crescimento da Igreja. A Igreja não pode se deixar seduzir por propostas de crescimento fácil que se baseiam mais no pragmatismo do que no ensino das Escrituras.
"As igrejas que têm sido melhor sucedidas em alcançar os perdidos são aquelas que têm focalizado no que é básico: pregação bíblica, oração, testemunho intencional, missões e treinamento bíblico na Escola Dominical". Thom Rainer 
Podemos também aprender com o apóstolo Paulo que é através da Palavra de Deus que o Senhor edifica a sua Igreja e que uma ênfase redobrada deveria ser dada à preparação de obreiros que "manejem bem a Palavra da verdade" (2 Tm 2.15). O ponto principal é que devemos nos conscientizar de que os plantadores de igrejas precisam ter bom treinamento bíblico e teológico para que possam, desde o começo das novas igrejas, lançar fundamentos profundos que haverão de nortear as comunidades recém fundadas. É necessário, portanto, dar atenção aos institutos bíblicos que formam os evangelistas, aos seminários que formam os pastores, de forma que preparemos pessoas capazes de ensinar o evangelho e plantar igrejas sólidas em solo brasileiro. 

 A pregação bíblica e expositiva é uma necessidade. Em que pese a cristianização do Brasil, o povo é em grande parte ignorante da história da Bíblia e dos seus ensinos. Plantadores de igrejas precisam ser pregadores-mestres, como Paulo. Em outras palavras, precisamos implantar na igreja e no campo missionário a pregação bíblica expositiva. Esse é um dos métodos que Deus mais vem honrando através dos séculos para fazer sua Igreja crescer. E continua a honrar hoje. 

Finalmente, podemos aprender com Paulo que nosso alvo em tudo isso é alcançar o maior número possível. Se tivermos de colocar um alvo em nosso planejamento estratégico de plantação de igrejas, deve ser este: até que a plenitude dos brasileiros haja entrado. É este o nosso alvo! Aprendamos com o apóstolo Paulo que plantação de igrejas é obra de Deus. Dependamos dele, orando e fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para persuadir os homens a entrarem no reino de Deus.

Leiam o artigo completo: 




* Tornando-nos mais Semelhantes a Cristo / John Stott


Lembro-me muito claramente de que há vários anos, sendo um cristão ainda jovem, a questão que me causava perplexidade (e a alguns amigos meus também) era esta: Qual é o propósito de Deus para o seu povo? Uma vez que tenhamos nos convertido, uma vez que tenhamos sido salvos e recebido vida nova em Jesus Cristo, o que vem depois? É claro que conhecíamos a famosa declaração do Breve Catecismo de Westminster: “O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. Sabíamos disso e críamos nisso. Também refletíamos sobre algumas declarações mais breves, como uma de apenas sete palavras: “Ama a Deus e ao teu próximo”.

Provavelmente você já se perguntou: “Por que será que, até onde percebo, em muitas situações os nossos esforços evangelísticos freqüentemente terminam em fracasso?” As razões podem ser várias e não quero ser simplista, mas uma das razões principais é que nós não somos parecidos com o Cristo que anunciamos. John Poulton, que abordou o tema num livreto muito pertinente, intitulado A Today Sort of Evangelism, escreveu:

“A pregação mais eficaz provém daqueles que vivem conforme aquilo que dizem. Eles próprios são a mensagem. Os cristãos têm de ser semelhantes àquilo que falam. A comunicação acontece fundamentalmente a partir da pessoa, não de palavras ou idéias. É no mais íntimo das pessoas que a autenticidade se faz entender; o que agora se transmite com eficácia é, basicamente, a autenticidade
pessoal”. Isto é assemelhar-se à imagem de Cristo. 
Permitam-me dar outro exemplo. Havia um professor universitário hindu na Índia que, certa vez, identificando que um de seus alunos era cristão, disse-lhe: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo viveu, a Índia estaria aos seus pés amanhã mesmo”. Eu penso que a Índia já estaria aos seus pés hoje mesmo se os cristãos vivessem como Jesus viveu. Oriundo do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, árabe e ex-muçulmano, disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos — isto é, semelhantes a Cristo —, hoje o islã não existiria mais”.
Leia o artigo completo: 
                         



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